Tecnologia contra cópias está morta, diz indústria fonográfica dos EUA

Após multar usuária em US$ 1,9 milhão por pirataria, associação de gravadoras declara fim do DRM, tecnologia que restringe cópias de arquivos.

A Recording Industry Association of America (RIAA) declarou, nesta segunda-feira (20/7), que a tecnologia DRM (do inglês Digital Rights Management) está morta.

A declaração foi do porta-voz Jonathan Lamy, em entrevista à revista SCMagazine. Quando questionado sobre sua visão a respeito do DRM, ele respondeu de forma direta: “O DRM está morto, não é?”, informou o site TorrentFreak.

A associação defende há um bom tempo o uso da tecnologia, que restringe as cópias de arquivos de música digitais.

A declaração ocorre seis meses após a loja de músicas iTunes, da Apple, oferecer todas as faixas sem DRM, e dez anos após o Napster apontar que a prática do download musical sem DRM seria popular.

Em junho, contudo, a RIAA condenou uma usuária norte-americana a pagar 1,9 milhão de dólares por baixar e compartilhar músicas ilegalmente na internet.

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