Integração da linguagem de programação Python e a capacidade de rodar tanto em Linux quanto em Windows são algumas das características do novo banco de dados.

Integração da linguagem de programação Python voltada à ciência de dados, processamento de gráfico com funcionalidade semelhante a NoSQL (bancos de dados não relacionais de alto desempenho) e a capacidade de rodar tanto em Linux quanto em Windows, estes, pode se dizer, são os novos truques agregados ao novo SQL Server 2017, sistema gerenciador de banco de dados relacional da Microsoft que já tem quase 30 anos de idade.

As novas features foram detalhadas pela companhia, durante a sua conferência Ignite, voltada para empresas e profissionais de TI.

O SQL Server foi desenvolvido pela Microsoft em 1988, em parceria com a Sybase, inicialmente para a plataforma OS/2. Esta parceria durou até 1994, com o lançamento da versão para Windows NT e desde então a Microsoft mantém a manutenção do produto.

 Entre as principais novidades da nova versão apontadas pela Microsoft estão a possibilidade de escolha da linguagem e plataformas, ou seja, o usuário poderá criar aplicativos usando a linguagem que quiser, na própria empresa ou na nuvem, e agora nos contêineres Windows, Linux e Docker; e o BI de autoatendimento e relatórios empresariais, tudo em um. Ou seja, ele permite transformar os dados brutos em relatórios que podem ser entregues a qualquer dispositivo — e, segundo a Microsoft, por um quinto do custo de outras soluções de autoatendimento.

Outra característica do SQL Server 2017 é o fato de ser o banco de dados menos vulnerável dos últimos sete anos, ressalta a Microsoft, citando testes de vulnerabilidade feitos pelo NIST, órgão do governo americano responsável por padrões e tecnologia.

A empresa também destaca o uso do SQL em máquinas virtuais, o que, segundo ela, possibilita a migração fácil de cargas de trabalho do SQL Server para nuvem.

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