As três principais preocupações do gestor de Tecnologia da Informação no Brasil para investimentos em 2016 são: infraestrutura e Data center, BI e Analytics e cloud computing, revela estudo do Gartner.

Google perde vez no Brasil por teimosia em não ter data center local

E nessa estratégia, o Google  – que se consolida nos Estados Unidos como fornecedor de cloud do governo, por exemplo – ao resistir a ter um data center no Brasil está perdendo vez e espaço para rivais diretos como a Microsoft e a Amazon.

“A Microsoft tem quatro data centers no Brasil. E com isso recuperou boa parte dos clientes perdidos para o Google. As organizações estão exigindo seus dados armazenados no país. A pressão é corporativa não é mais do governo”, sustentou o vice-presidente e analista emérito do Gartner, Donald Feinberg. A teimosia do Google também é a da Oracle – que promete um data center no Brasil há anos, mas não o oferece, de fato, para seus clientes.

“A SAP, que também promete, agora, está usando o da IBM. Não haverá missão crítica em cloud se não houver data center no país. E com isso, Microsoft, Amazon e empresas locais que tenham data center crescem na preferência”, acrescentou o especialista do Gartner.

Os especialistas do Gartner destacaram o momento econômico do Brasil e projetam que o gasto com TI em 2016 ficará em torno de US$ 80 bilhões, bem abaixo dos US$ 114 bilhões, registrados em 2014 e ainda abaixo dos US$ 95,6 bilhões do ano passado.

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“2016 será melhor do que 2015, quando a queda nos gastos ficou em 30%. Esse ano, ainda haverá um resultado negativo de 12,9%, mas a boa nova é que acreditamos que voltará a ficar positivo em 2017, com cloud computing liderando esses aportes. A crise determina investir em cloud computing”, completou Donald Feinberg.

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