Plano de disaster recovery e cloud

Infelizmente, desastres acontecem. Você se lembra quando o furacão Katrina atingiu a Costa do Golfo dos EUA em 2005? Destruir a infraestrutura de comunicação de uma região inteira, provocou prejuízo de US$ 200 bilhões e matou 1.800 pessoas.

No Brasil recentemente tivemos o Incêndio no terminal portuário em Santos e o rompimento da barragem de Mariana. No Brasil os maiores problemas estão ligados a tempestades, alagamentos, falta de energia e bloqueio de rua e avenidas. Mas o que fazer caso um desastre natural atinja sua empresa? O setor corporativo, que depende de sistemas para fazer suas atividades, viu a necessidade de se investir em backups.

Não somente os desastres naturais, mas falhas, fraudes e ataques virtuais podem pôr em risco a segurança de seu negócio.

Por exemplo, o vírus ransomware sequestrou milhares de servidores e equipamentos pelo mundo. Um dos processos de TI essencial para a continuidade da empresa, mas que muitos gestores insistem em esquecer, é o Disaster Recovery. A seguir, conheça mais sobre esse importante processo, que é um serviço agregado à cloud computing.

O que é Disaster Recovery?

O plano de Disaster Recovery, também é conhecido como “recuperação de desastres” ou “plano de contingência”. O plano de DR é um conjunto de procedimentos que server para:

  • Administrar crises
  • Definir pessoas e atividades
  • Definir as tecnologias para solução de problemas.

De forma resumida, é um método que salvará os dados da sua empresa caso ocorra um desastre. Através da execução de medidas emergenciais, que foram previamente planejadas, é possível resolver rapidamente os problemas que venham a ocorrer.

Embora essa medida seja benéfica, muitas empresas, principalmente as PMEs, ignoram essa solução, que certamente evitaria problemas com perda monetária. Seus gestores normalmente armazenam dados importantes em discos externos, e-mails e dispositivos USB, o que é uma prática errada. De acordo com pesquisas, aproximadamente 42% dos dados é perdido devido a falhas físicas, um problema que está fora do controle da equipe de TI. Por isso, muitos especialistas em tecnologia recomendam o uso de backup e recuperação em nuvem.

Uma forma bastante conveniente de armazenar dados críticos.

Qual a importância do plano de contingência?

Muitas empresas já foram pegas de surpresa por um acontecimento imprevisto, que as faz “desligar” completamente, mesmo que por algumas horas. Você já ouviu falar que tempo é dinheiro? Quando um desastre ocorre, os processos de negócios param de funcionar, ocasionando a instabilidade da organização e a perda financeira por causa do tempo de inatividade. Por isso, é muito importante que haja uma mudança cultural dentro das empresas, adicionando a possibilidade de um desastre na área de TI. Da mesma forma que contratamos um seguro de vida, de imóvel ou veículo, os gestores devem estar preparados para o futuro. Tendo-se um plano de prevenção corretamente alinhado ao plano de recuperação, será mais fácil e rápido aplicar o que foi planejado.

Qual a melhor medida de prevenção?

Anos atrás, quando a nuvem não era popularizada, a reconstrução de infraestruturas e a substituição de hardwares depois de um desastre dependia de investimentos financeiros e de bastante tempo. Os custos com equipamentos eram altos, a segurança não era eficiente e todos os processos eram realizados em localidades geográficas distintas. Utilizando backup na nuvem, torna-se possível migrar toda a infraestrutura para servidores altamente capacitados e robustos, onde suas informações serão centralizadas. Microsoft Azure é um exemplo  que oferece serviços de alta performance e qualidade, garantindo a proteção contínua de dados em múltiplos servidores. Esse tipo de “backup” é também uma vantagem competitiva, tanto em custos como no tempo de recuperação.

Você já fez um plano de recuperação de desastres?

Que processos realiza para manter seus dados sempre seguros e disponíveis?

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